03/02/2017
Mesa temática específica sobre o BB Digital acontece nesta sexta-feira (03)
A forma acelerada, pouco transparente e sem estrutura com que o Banco do Brasil conduz o processo de ampliação dos seus escritórios digitais será tema de debate na sexta-feira 3, quando será realizada a segunda mesa temática específica sobre o BB Digital. A mesa, que reúne representantes dos bancários e da instituição financeira, é uma conquista da Campanha Nacional Unificada de 2016.
“O BB, sob a presidência do senhor Paulo Cafarelli, está implementando o BB Digital a toque de caixa. A meta é que 270 escritórios digitais sejam abertos até o final de 2017, número bem superior ao estabelecido por grandes bancos privados como, por exemplo, o Itaú. Qual a razão de um banco público, que deve ter compromisso social e com o desenvolvimento do país, forçar um novo modelo de atendimento de forma tão atropelada?”, questiona a dirigente sindical e funcionária do Banco do Brasil Adriana Ferreira.
De acordo com Adriana, na ânsia de ampliar sua rede digital, o BB tem aberto escritórios sem oferecer estrutura de trabalho adequada aos bancários, o que tem gerado reclamações de clientes e trabalhadores. “A precarização do atendimento e a sobrecarga de trabalho são consequências diretas da falta de planejamento e transparência na ampliação do BB Digital.”
Outra preocupação dos trabalhadores é o fato de que essa ampliação se dá ao mesmo tempo em que o banco público passa por uma grande reestruturação, com muitos funcionários considerados como excedentes, perdendo seus cargos.
“Nos escritórios digitais, o gerente responde por praticamente o dobro de clientes em sua carteira. Ou seja, em meio a uma reestruturação, onde muitos trabalhadores são considerados excedentes e perdem seus cargos, o banco elimina vagas de gerente. Isso agrava a situação dos bancários, que já estão apavorados com essa reestruturação, que nada mais é que o início de um grande desmonte do Banco do Brasil”, destaca Adriana, reforçando que, ao contrário do que alega o banco, faltam funcionários tanto em agências convencionais como nos escritórios digitais.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, atento à falta de estrutura de trabalho oferecida aos funcionários pelo banco, continuará cobrando do BB as condições adequadas, além da absorção dos trabalhadores julgados excedentes com a reestruturação. "Trata-se de um desrespeito com com a população privada de acesso aos canais digitais. Não se justifica precarizar o atendimento ao cliente e sobrecarregar bancários simplesmente para forçar um novo modelo de atendimento", explica o presidente do Sindicato Roberto Carlos Vicentim.
“O BB, sob a presidência do senhor Paulo Cafarelli, está implementando o BB Digital a toque de caixa. A meta é que 270 escritórios digitais sejam abertos até o final de 2017, número bem superior ao estabelecido por grandes bancos privados como, por exemplo, o Itaú. Qual a razão de um banco público, que deve ter compromisso social e com o desenvolvimento do país, forçar um novo modelo de atendimento de forma tão atropelada?”, questiona a dirigente sindical e funcionária do Banco do Brasil Adriana Ferreira.
De acordo com Adriana, na ânsia de ampliar sua rede digital, o BB tem aberto escritórios sem oferecer estrutura de trabalho adequada aos bancários, o que tem gerado reclamações de clientes e trabalhadores. “A precarização do atendimento e a sobrecarga de trabalho são consequências diretas da falta de planejamento e transparência na ampliação do BB Digital.”
Outra preocupação dos trabalhadores é o fato de que essa ampliação se dá ao mesmo tempo em que o banco público passa por uma grande reestruturação, com muitos funcionários considerados como excedentes, perdendo seus cargos.
“Nos escritórios digitais, o gerente responde por praticamente o dobro de clientes em sua carteira. Ou seja, em meio a uma reestruturação, onde muitos trabalhadores são considerados excedentes e perdem seus cargos, o banco elimina vagas de gerente. Isso agrava a situação dos bancários, que já estão apavorados com essa reestruturação, que nada mais é que o início de um grande desmonte do Banco do Brasil”, destaca Adriana, reforçando que, ao contrário do que alega o banco, faltam funcionários tanto em agências convencionais como nos escritórios digitais.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, atento à falta de estrutura de trabalho oferecida aos funcionários pelo banco, continuará cobrando do BB as condições adequadas, além da absorção dos trabalhadores julgados excedentes com a reestruturação. "Trata-se de um desrespeito com com a população privada de acesso aos canais digitais. Não se justifica precarizar o atendimento ao cliente e sobrecarregar bancários simplesmente para forçar um novo modelo de atendimento", explica o presidente do Sindicato Roberto Carlos Vicentim.
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