Dia Nacional de Luta contra a reestruturação da Caixa mobiliza bancários de todo o Brasil
O Dia Nacional de Luta contra a reestruturação da Caixa Econômica Federal, nesta quinta-feira (24), foi marcado por mobilizações de bancárias e bancários de todo o país. As atividades, que ocorreram em várias unidades do banco estatal, destacaram a luta por uma Caixa mais fortalecida, principalmente pelo seu papel de protagonista no processo de crescimento e desenvolvimento social do país.
De acordo com o presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten, este Dia Nacional de Luta vai entrar para a história pela grande demonstração de que os empregados continuam mobilizados na defesa da Caixa e em defesa dos seus direitos. “Nós vamos continuar a luta! Pois queremos que esta reestruturação, feita unilateralmente, seja suspensa. Já pedimos isso à presidenta da Caixa. A reestruturação que queremos é uma reestruturação positiva, que contrate mais empregados, que respeite os empregados e não rompa com o que já foi contratado”, afirmou Roberto.
Entre o conjunto de medidas lançado no início do mês pela direção do banco, estão a fusão de unidades de matriz, extinção de setores e migração de atividades operacionais para centralizadoras e filiais, com corte de funções de diversos empregados.
Para Roberto é fundamental que haja mais diálogo e mais compromisso com a sociedade e com os empregados. “Queremos uma reestruturação que dê condições para os empregados contribuírem com o importante papel social da empresa”, concluiu.
Neste dia, os empregados da Caixa e entidades sindicais do setor entregaram uma Carta Aberta, assinada pela Fenae e pela Contraf-CUT, denominada “Caixa + Forte”, em que esclarece que “a instituição manteve a liderança no crédito habitacional em 2015, com saldo de R$ 384,2 bilhões. É o sonho da casa própria sendo concretizado. As operações de saneamento básico somaram R$ 70,9 bilhões, também no ano passado. Mais água e esgoto tratados. Já o número de correntistas e poupadores chegou a 82,9 milhões. Na área social, foram pagos cerca de 163,3 milhões de benefícios, totalizando R$ 27,5 bilhões. Em 2015, o banco injetou R$ 732,7 bilhões na economia brasileira”.
Confira a Carta Aberta aqui.
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