22/02/2016
Em Fórum, prioridade é debate sobre geração de empregos e crescimento do país
A CUT e demais centrais sindicais deixaram claro: o Fórum que se reuniu na quarta-feira (17), em Brasília, discute questões mais relevantes que a Previdência. “Nossa prioridade é a volta do crescimento e da criação de emprego e para isso é preciso mudar a política econômica”, afirmou o presidente da Central Única dos Trabalhadores, Vagner Freitas, ao final do segundo encontro do Fórum sobre Políticas de Emprego e Previdência que reúne sindicalistas, empresariado, além do governo e Congresso Nacional. As centrais foram unânimes em afirmar que a Previdência é um aspecto e não é central.
“Não responde às necessidades mais importantes para os trabalhadores: salário, crescimento, emprego”, rebateu Vagner, lembrando que a presidenta Dilma afirmou, em dezembro passado, ver com bons olhos o Compromisso para o Desenvolvimento com propostas para a retomada do crescimento do país. “Ao longo das próximas reuniões queremos debatê-las para que virem medidas concretas.”
O encontro definiu a criação de um fórum específico para discutir a reforma da Previdência. As propostas que o governo quer discutir levam em conta sete itens: demografia e idade média das aposentadorias; financiamento da previdência: receitas, renúncias e recuperação de créditos; diferença de regras entre homens e mulheres; pensões por morte; previdência rural; regimes próprios e convergência dos sistemas previdenciários.
Vagner Freitas destacou: “Não aceitamos nenhum acordo que retire direito dos trabalhadores. Discordamos da inten- ção de equiparar o período de aposentadoria entre homem e mulher e da discussão sobre a aposentadoria por idade, pois isso vai prejudicar os trabalhadores que entraram no mercado mais cedo”. Essa também é a posição do Sindicato.
“O problema que estamos vivendo hoje não é a Previdência, é a economia, a ausência de crescimento, o desemprego que vem como consequência disso. Essa tem de ser a agenda a ser combatida”, defende a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira, lembrando que a Previdência tem uma dívida de cerca de R$ 500 bi que precisa ser cobrada dos sonegadores, que remeteram R$ 500 bilhões ao exterior sem pagar impostos só em 2014.
O ministro do Trabalho e da Previdência Social, Miguel Rossetto, disse que tudo será feito na base de diálogo e consenso. “O governo só vai tirar uma proposta que se adeque aos debates e discussões, além do que for apresentado pelas centrais sindicais.”
“Não responde às necessidades mais importantes para os trabalhadores: salário, crescimento, emprego”, rebateu Vagner, lembrando que a presidenta Dilma afirmou, em dezembro passado, ver com bons olhos o Compromisso para o Desenvolvimento com propostas para a retomada do crescimento do país. “Ao longo das próximas reuniões queremos debatê-las para que virem medidas concretas.”
O encontro definiu a criação de um fórum específico para discutir a reforma da Previdência. As propostas que o governo quer discutir levam em conta sete itens: demografia e idade média das aposentadorias; financiamento da previdência: receitas, renúncias e recuperação de créditos; diferença de regras entre homens e mulheres; pensões por morte; previdência rural; regimes próprios e convergência dos sistemas previdenciários.
Vagner Freitas destacou: “Não aceitamos nenhum acordo que retire direito dos trabalhadores. Discordamos da inten- ção de equiparar o período de aposentadoria entre homem e mulher e da discussão sobre a aposentadoria por idade, pois isso vai prejudicar os trabalhadores que entraram no mercado mais cedo”. Essa também é a posição do Sindicato.
“O problema que estamos vivendo hoje não é a Previdência, é a economia, a ausência de crescimento, o desemprego que vem como consequência disso. Essa tem de ser a agenda a ser combatida”, defende a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira, lembrando que a Previdência tem uma dívida de cerca de R$ 500 bi que precisa ser cobrada dos sonegadores, que remeteram R$ 500 bilhões ao exterior sem pagar impostos só em 2014.
O ministro do Trabalho e da Previdência Social, Miguel Rossetto, disse que tudo será feito na base de diálogo e consenso. “O governo só vai tirar uma proposta que se adeque aos debates e discussões, além do que for apresentado pelas centrais sindicais.”
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Confira a proposta da Caixa Econômica Federal
- Assembleia virtual nos dias 3 e 4 de setembro vai decidir sobre proposta da Fenaban, BB e Caixa
- Mesa de negociação com Banco do Brasil foi remarcada para terça-feira (1º)
- Caixa apresenta proposta final para o Saúde Caixa e negociações avançam em carreira e remuneração variável
- Categoria garante aumento real, mantém direitos e alcança novas conquistas; Proposta será submetida às assembleias
- Banco do Brasil apresenta proposta para renovação do ACT específico
- 28 de agosto marca trajetória de luta e conquistas dos bancários
- Caixa lucra R$ 7,4 bilhões no semestre e movimento sindical cobra valorização dos empregados
- Caixa promete apresentar nova proposta para o Saúde Caixa nesta sexta-feira (28)
- Sindicato celebra bancários com sorteio de prêmios e reforça mobilização na Campanha Nacional
- Comando Nacional derrota propostas de arrocho salarial
- Banco do Brasil apresenta avanços em negociação, mas funcionalismo cobra propostas financeiras
- Caixa não apresenta nova proposta para o Saúde Caixa
- Campanha Nacional: Sem aumento real não dá, Fenaban!
- Negociação com a Caixa: Saúde Caixa, carreira, condições de trabalho e contratações estão no centro da Campanha; veja resumo até aqui