13/08/2015
Direção do banco público já está com a pauta específica dos empregados
Os representantes da Caixa Federal estão com as reivindicações dos empregados para debater o acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). O documento foi entregue por dirigentes sindicais na manhã desta terça-feira 11, logo após a federação dos bancos (Fenaban) receber pauta geral da categoria para a Campanha Nacional Unificada 2015.
A pauta específica foi aprovada no 31º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Federal (Conecef), realizado em meados de junho, e tem como questões prioritárias o aumento do número de bancários por setor, o fim do plano Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) e o fortalecimento do caráter público da estatal.
“Este é o ano, mais uma vez, os bancários têm se empenhado na defesa da instituição financeira. Isso ocorreu na mobilização pela Caixa 100% pública e agora o desafio é que a empresa seja fortalecida para cumprir seu importante papel social”, afirma o diretor do Sindicato e integrante da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), Dionísio Reis. “Isso só será possível com a retomada das contratações de pessoas pelo banco e colocando um fim ao GDP que institucionaliza a cobrança de metas individuais, propicia o aumento do assédio moral e acirra a competição entre os bancários.”
Outros exigências dos trabalhadores se referem ao Saúde Caixa, ao fundo de pesão (Funcef). Além disso, também é reivindicado o fim da restrição de dotação orçamentária para pagamento de horas extras; extensão da licença-prêmio e do anuênio para todos os admitidos a partir de 1998 entre outras reivindicações.
As negociações específicas ocorrerão simultaneamente às gerais da categoria com a Fenaban.
A pauta específica foi aprovada no 31º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Federal (Conecef), realizado em meados de junho, e tem como questões prioritárias o aumento do número de bancários por setor, o fim do plano Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) e o fortalecimento do caráter público da estatal.
“Este é o ano, mais uma vez, os bancários têm se empenhado na defesa da instituição financeira. Isso ocorreu na mobilização pela Caixa 100% pública e agora o desafio é que a empresa seja fortalecida para cumprir seu importante papel social”, afirma o diretor do Sindicato e integrante da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), Dionísio Reis. “Isso só será possível com a retomada das contratações de pessoas pelo banco e colocando um fim ao GDP que institucionaliza a cobrança de metas individuais, propicia o aumento do assédio moral e acirra a competição entre os bancários.”
Outros exigências dos trabalhadores se referem ao Saúde Caixa, ao fundo de pesão (Funcef). Além disso, também é reivindicado o fim da restrição de dotação orçamentária para pagamento de horas extras; extensão da licença-prêmio e do anuênio para todos os admitidos a partir de 1998 entre outras reivindicações.
As negociações específicas ocorrerão simultaneamente às gerais da categoria com a Fenaban.
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