11/06/2015
Sindicatos e federações propõem ampliar discurso da campanha salarial
Disputar a narrativa da sociedade. Este foi o sentimento que ficou da primeira discussão sobre mídia da Campanha Nacional dos Bancários 2015, realizada pela Contraf-CUT em São Paulo. Dirigentes do Comando Nacional, sindicatos, federações, diretores de comunicação, jornalistas e publicitários das entidades avaliaram que está na hora da campanha ir além das questões financeiras e o momento é de garantir os direitos dos trabalhadores e avançar nas conquistas.
"Além dos bancários, que estão em seus postos de trabalho, a nossa peça de mídia também precisa dialogar com a população e despertar a atenção dos clientes sobre as condições de trabalho no ramo financeiro. Estamos vivendo um período de grande tensão para os trabalhadores, com risco de terceirização e perda de direitos. E a categoria bancária sempre tem um grande poder de mobilização", explica o secretário de Imprensa da Contraf-CUT, Gerson Pereira.
A otimização das redes sociais foi outro consenso entre os presentes. Para eles, essa é a melhor opção para falar com cada trabalhador e, principalmente, com os mais jovens. Outra necessidade é a pesquisa online para conhecer os anseios da categoria.
Também foi proposta a criação de um coletivo de imprensa que se reúna o ano todo e não só na época da campanha, para tratar questões que ficam em segundo plano, em detrimento do aumento real e outros temas pontuais da campanha.
"Além dos bancários, que estão em seus postos de trabalho, a nossa peça de mídia também precisa dialogar com a população e despertar a atenção dos clientes sobre as condições de trabalho no ramo financeiro. Estamos vivendo um período de grande tensão para os trabalhadores, com risco de terceirização e perda de direitos. E a categoria bancária sempre tem um grande poder de mobilização", explica o secretário de Imprensa da Contraf-CUT, Gerson Pereira.
A otimização das redes sociais foi outro consenso entre os presentes. Para eles, essa é a melhor opção para falar com cada trabalhador e, principalmente, com os mais jovens. Outra necessidade é a pesquisa online para conhecer os anseios da categoria.
Também foi proposta a criação de um coletivo de imprensa que se reúna o ano todo e não só na época da campanha, para tratar questões que ficam em segundo plano, em detrimento do aumento real e outros temas pontuais da campanha.
Fonte: Contraf-CUT
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