20/03/2015
GT Saúde Caixa retoma debate sobre utilização do superávit nesta sexta
Os representantes dos empregados e da Caixa Econômica Federal retomam reunião do GT Saúde Caixa nesta sexta-feira (20), das 10h às 17h30, no Edifício Matriz II, em Brasília. O objetivo do encontro é prosseguir com o debate sobre a proposta de utilização do superávit do plano de saúde. A negociação sobre o tema representa uma das mais importantes conquistas da campanha salarial 2014 e da mesa permanente, graças à mobilização e luta do movimento nacional dos empregados.
Na última reunião desse fórum, em 29 de janeiro, a terceira depois do desfecho do Acordo Coletivo do Trabalho (ACT) no ano passado, a Contraf-CUT solicitou esclarecimentos sobre alguns entendimentos do banco a respeito do funcionamento do Saúde Caixa.
A expectativa é de que, concluída essa fase, ocorra o debate de forma mais objetiva sobre a destinação do superávit projetado para 2015. Isto é visto como fundamental para que uma assessoria técnica possa identificar a origem desse superávit, de modo a propor novas coberturas sem comprometer o equilíbrio financeiro do plano de saúde. Até agora, porém, os números fornecidos pelo banco apresentam dados contraditórios com as regras constantes do ACT.
Além da reunião neste dia 20, a questão relativa à proposta de metodologia para utilização do superávit do Saúde Caixa será objeto de mais outra reunião no próximo dia 26 de março, também agendada para Brasília. O prazo de conclusão desse debate encerra-se no dia 15 de abril.
Até lá, é preciso que haja uma definição sobre o destino dos recursos do Saúde Caixa, para que não ocorram mais acúmulos dos superávits anuais. Nesse sentido, mais urgente do que tratar o superávit acumulado, é dar um tratamento adequado para o superávit que o plano de saúde certamente apresentará no fim de mais este exercício anual.
Representantes dos empregados no GT Saúde
O GT Saúde tem composição paritária. Nesse fórum, os representantes dos empregados são Plínio Pavão (Contraf-CUT), Jailson Bueno Prodes (Sindicato de Porto Alegre), Sérgio Wilson Lima de Amorim (Sindicato do Rio) e Laura Augusta Gatti Vitral (Fenacef e Apea/SP).
Fonte: Contraf-CUT com Fenae
Na última reunião desse fórum, em 29 de janeiro, a terceira depois do desfecho do Acordo Coletivo do Trabalho (ACT) no ano passado, a Contraf-CUT solicitou esclarecimentos sobre alguns entendimentos do banco a respeito do funcionamento do Saúde Caixa.
A expectativa é de que, concluída essa fase, ocorra o debate de forma mais objetiva sobre a destinação do superávit projetado para 2015. Isto é visto como fundamental para que uma assessoria técnica possa identificar a origem desse superávit, de modo a propor novas coberturas sem comprometer o equilíbrio financeiro do plano de saúde. Até agora, porém, os números fornecidos pelo banco apresentam dados contraditórios com as regras constantes do ACT.
Além da reunião neste dia 20, a questão relativa à proposta de metodologia para utilização do superávit do Saúde Caixa será objeto de mais outra reunião no próximo dia 26 de março, também agendada para Brasília. O prazo de conclusão desse debate encerra-se no dia 15 de abril.
Até lá, é preciso que haja uma definição sobre o destino dos recursos do Saúde Caixa, para que não ocorram mais acúmulos dos superávits anuais. Nesse sentido, mais urgente do que tratar o superávit acumulado, é dar um tratamento adequado para o superávit que o plano de saúde certamente apresentará no fim de mais este exercício anual.
Representantes dos empregados no GT Saúde
O GT Saúde tem composição paritária. Nesse fórum, os representantes dos empregados são Plínio Pavão (Contraf-CUT), Jailson Bueno Prodes (Sindicato de Porto Alegre), Sérgio Wilson Lima de Amorim (Sindicato do Rio) e Laura Augusta Gatti Vitral (Fenacef e Apea/SP).
Fonte: Contraf-CUT com Fenae
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- MPT reafirma direito de entidades sindicais à manifestação política durante processo eleitoral
- Contraf-CUT e Sindicato repudiam articulação para entregar participação do Banco do Brasil a banco dos EUA
- "Tesouraço" de Flávio eliminaria até 2,2 milhões de empregos e impactaria PIB negativamente em 1,55%, diz Dieese
- Sem Sindicato, salário médio dos bancários seria R$ 5 mil menor
- Bancos pressionam bancários por certificação C-Pro R até o fim de outubro
- Em virtude do 2º turno das eleições, Clube estará fechado no domingo (25)
- Proposta de reforma da Previdência ameaça aposentadorias e direitos dos bancários
- Grave! Banesprev exclui participantes da governança e entrega cargos de eleitos a indicados do Santander
- Governo Bolsonaro iniciou reestruturação na Caixa com ataques aos empregados e piora nas condições de trabalho
- Live dos Eleitos debate gestão e perspectivas para o futuro da Cassi nesta quinta-feira (22)
- Fenae alerta participantes da Funcef sobre riscos de contribuições em atraso
- Daniella Marques: do discurso de valorização das mulheres às propostas que preocupam os trabalhadores
- Reforma Administrativa: planos do candidato Flávio Bolsonaro ameaçam bancários de bancos públicos
- CCT 2026/2028 garante indenização extra e apoio à recolocação após fechamento de agências
- Seu voto não termina na urna: como o resultado do segundo turno afeta sua vida, trabalhador?