27/02/2015
Contraf-CUT, Fenae e centrais lançam manifesto "A Caixa não se vende"
Ao final do ato realizado na quarta-feira (25) na Câmara dos Deputados, os participantes aclamaram o manifesto "A Caixa não se vende". O texto, assinado por Contraf-CUT, Fenae, CUT, CTB, Intersindical e CSP-Conlutas, destaca que "os clientes depositam nessa instituição secular suas esperanças e seus sonhos" e que "só a Caixa 100% pública pode ser uma ferramenta para o Estado brasileiro atuar no mercado financeiro no sentido da diminuição dos juros e do spread bancário".
> Clique aqui para ler a íntegra do manifesto.
O manifesto diz ainda: "Vender o patrimônio do povo brasileiro para fazer superávit primário para pagar juros ao sistema financeiro é um filme que já vimos. Sabemos onde vai dar esse caminho equivocado: demissão, arrocho e, por fim, privatização, como ocorreu com os bancos estaduais no passado, sem que isso representasse uma solução duradoura para o Estado brasileiro".
E o texto finaliza: "A inclusão social, o acesso à moradia, o planejamento urbano, enfim, todos esses valores que conferem dignidade ao povo brasileiro e que são a razão de ser da Caixa, são valores inegociáveis. A Caixa é do povo. A Caixa não se vende".
Fonte: Contraf-CUT com Fenae
> Clique aqui para ler a íntegra do manifesto.
O manifesto diz ainda: "Vender o patrimônio do povo brasileiro para fazer superávit primário para pagar juros ao sistema financeiro é um filme que já vimos. Sabemos onde vai dar esse caminho equivocado: demissão, arrocho e, por fim, privatização, como ocorreu com os bancos estaduais no passado, sem que isso representasse uma solução duradoura para o Estado brasileiro".
E o texto finaliza: "A inclusão social, o acesso à moradia, o planejamento urbano, enfim, todos esses valores que conferem dignidade ao povo brasileiro e que são a razão de ser da Caixa, são valores inegociáveis. A Caixa é do povo. A Caixa não se vende".
Fonte: Contraf-CUT com Fenae
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