31/07/2014
Contraf-CUT cobra ampliação de direitos dos trabalhadores com deficiência
A Contraf-CUT, federações e sindicatos se reuniram nesta terça-feira (29) com a Fenaban, em São Paulo, durante mais uma Mesa Temática de Igualdade de Oportunidades. Houve debates sobre a ampliação dos direitos dos trabalhadores com deficiência na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e o resultado do II Censo da Diversidade.
Para Andrea Vasconcelos, secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT, é fundamental inserir as reivindicações dos bancários com deficiência. "Estamos conseguindo, nos últimos encontros, pautar mais esse tema, importantíssimo para avançarmos na igualdade de oportunidades nos bancos", destaca.
Durante a reunião, bancários com deficiência relataram as dificuldades vivenciadas no cotidiano do trabalho, como o grande constrangimento que sofrem pelo fato de não terem abono de ausências para a manutenção, o conserto e o reparo das próteses e órteses. "Um trabalhador que quebra um braço pode ir ao médico e ter a ausência abonada, mas, se o trabalhador com deficiência tropeça e quebra sua prótese, ele não tem este instrumento que garanta o abono de sua ausência", denuncia Andrea, que também coordena a Comissão de Gênero, Raça e Orientação Sexual (CGROS).
A necessidade de os bancos custearem integralmente os aparelhos e a sua manutenção também foi levantada. No Brasil os valores desses equipamentos são altíssimos. Uma perna mecânica pode chegar a custar mais de R$ 30 mil.
"Os bancos, que alardeiam a sua responsabilidade social, têm condições efetivas para convencionar e garantir esse direito aos bancários", defende a dirigente da Contraf-CUT.
A Fenaban, que vem colocando obstáculos e dificuldades para incluir cláusulas na convenção coletiva sobre o tema, sinalizou que as reivindicações dos bancários com deficiência poderão transitar na mesa de negociações.
"É perfeitamente possível para os bancos atender e ampliar direitos para toda a categoria. Já há cláusulas aditivas em acordos específicos convencionadas de bancos privados e públicos, que garantem, por exemplo, o abono das faltas para conserto e reparo de órteses e próteses", enfatiza a diretora da Contraf-CUT.
II Censo da Diversidade
Durante a reunião, a Fenaban informou que 40,52% dos bancários dos 18 bancos, que participaram da pesquisa, responderam ao II Censo da Diversidade.
O Centro de Estudos da Desigualdade e das Relações de Trabalho (CEERT) fará agora o tratamento estatístico dos dados. A data indicativa para a divulgação dos resultados é a primeira quinzena de setembro, em evento a ser realizado com a participação de todas as entidades envolvidas.
Fonte: Contraf-CUT
Para Andrea Vasconcelos, secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT, é fundamental inserir as reivindicações dos bancários com deficiência. "Estamos conseguindo, nos últimos encontros, pautar mais esse tema, importantíssimo para avançarmos na igualdade de oportunidades nos bancos", destaca.
Durante a reunião, bancários com deficiência relataram as dificuldades vivenciadas no cotidiano do trabalho, como o grande constrangimento que sofrem pelo fato de não terem abono de ausências para a manutenção, o conserto e o reparo das próteses e órteses. "Um trabalhador que quebra um braço pode ir ao médico e ter a ausência abonada, mas, se o trabalhador com deficiência tropeça e quebra sua prótese, ele não tem este instrumento que garanta o abono de sua ausência", denuncia Andrea, que também coordena a Comissão de Gênero, Raça e Orientação Sexual (CGROS).
A necessidade de os bancos custearem integralmente os aparelhos e a sua manutenção também foi levantada. No Brasil os valores desses equipamentos são altíssimos. Uma perna mecânica pode chegar a custar mais de R$ 30 mil.
"Os bancos, que alardeiam a sua responsabilidade social, têm condições efetivas para convencionar e garantir esse direito aos bancários", defende a dirigente da Contraf-CUT.
A Fenaban, que vem colocando obstáculos e dificuldades para incluir cláusulas na convenção coletiva sobre o tema, sinalizou que as reivindicações dos bancários com deficiência poderão transitar na mesa de negociações.
"É perfeitamente possível para os bancos atender e ampliar direitos para toda a categoria. Já há cláusulas aditivas em acordos específicos convencionadas de bancos privados e públicos, que garantem, por exemplo, o abono das faltas para conserto e reparo de órteses e próteses", enfatiza a diretora da Contraf-CUT.
II Censo da Diversidade
Durante a reunião, a Fenaban informou que 40,52% dos bancários dos 18 bancos, que participaram da pesquisa, responderam ao II Censo da Diversidade.
O Centro de Estudos da Desigualdade e das Relações de Trabalho (CEERT) fará agora o tratamento estatístico dos dados. A data indicativa para a divulgação dos resultados é a primeira quinzena de setembro, em evento a ser realizado com a participação de todas as entidades envolvidas.
Fonte: Contraf-CUT
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Confira a proposta da Caixa Econômica Federal
- Banco do Brasil finaliza proposta para renovação do ACT específico
- Assembleia virtual nos dias 3 e 4 de setembro vai decidir sobre proposta da Fenaban, BB e Caixa
- Mesa de negociação com Banco do Brasil foi remarcada para terça-feira (1º)
- Caixa apresenta proposta final para o Saúde Caixa e negociações avançam em carreira e remuneração variável
- Banco do Brasil apresenta proposta para renovação do ACT específico
- Categoria garante aumento real, mantém direitos e alcança novas conquistas; Proposta será submetida às assembleias
- 28 de agosto marca trajetória de luta e conquistas dos bancários
- Comando Nacional derrota propostas de arrocho salarial
- Banco do Brasil apresenta avanços em negociação, mas funcionalismo cobra propostas financeiras
- Sindicato celebra bancários com sorteio de prêmios e reforça mobilização na Campanha Nacional
- Caixa promete apresentar nova proposta para o Saúde Caixa nesta sexta-feira (28)
- Caixa lucra R$ 7,4 bilhões no semestre e movimento sindical cobra valorização dos empregados
- Caixa não apresenta nova proposta para o Saúde Caixa
- Campanha Nacional: Sem aumento real não dá, Fenaban!