25/09/2026
Novo VR dos bancários será o dobro da média nacional
O vale-refeição dos bancários terá um novo valor a partir da conquista obtida na Campanha Nacional 2026: R$ 1.227,23 por mês. O valor é resultado do reajuste de 4,60%, correspondente à reposição integral do INPC de 3,98% mais 0,60% de aumento real, conquistado pelo Comando Nacional dos Bancários e pelo Sindicato na Campanha Nacional deste ano.
Para dimensionar o tamanho da conquista, basta comparar com a realidade do mercado de trabalho brasileiro. Em 2025, o valor médio nacional do vale-refeição oferecido pelas empresas era de R$ 649, segundo levantamento da Pluxee, empresa de benefícios corporativos. Assim, o novo VR dos bancários será 89,1% maior que a média nacional, praticamente o dobro.
Na prática, o benefício representa R$ 14.726,76 por ano para cada bancário, considerando 12 meses de pagamento.
O presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Vicentim, destaca que a valorização do vale-refeição e do vale-alimentação demonstra a importância da negociação coletiva para os bancários, com reflexos nos resultados também para suas famílias.
“Quando olhamos para o valor dos benefícios, precisamos lembrar o que isso representa no dia a dia de cada trabalhador. É mais recurso para comprar alimentos, fazer uma refeição com qualidade e aliviar as despesas que pesam sobre o orçamento familiar. Essa conquista é resultado da organização da categoria e da capacidade de negociação do movimento sindical. E seus efeitos vão além de cada família, porque o dinheiro que chega ao trabalhador também circula nos restaurantes, mercados e estabelecimentos comerciais da nossa região. Defender melhores benefícios é defender dignidade, poder de compra e melhores condições de vida”, afirma Roberto.
Mais dinheiro para alimentação e para o bolso
O vale-alimentação da categoria também será reajustado em 4,60%, passando para R$ 967 por mês. O valor é 7,4% superior ao da cesta básica calculada pelo Dieese para São Paulo, garantindo um importante reforço no orçamento dos trabalhadores.
E há ainda um diferencial histórico da categoria conquistado pelo movimento sindical bancário: o 13º vale-alimentação, pago ao final do ano. Com isso, o benefício chega a R$ 12.571 por ano.
Somados os dois benefícios, cada bancário terá R$ 2.194,23 por mês destinados à alimentação, valor superior ao salário mínimo nacional. No ano, considerando o 13º VA, são R$ 27.297,76, o equivalente a quase 17 salários mínimos.
É um valor que mostra, de forma concreta, como a negociação coletiva pode fazer diferença no orçamento das famílias. São recursos que ajudam a garantir alimentação, aliviar despesas domésticas e ampliar o poder de compra dos trabalhadores.
Conquista que movimenta a economia real
Os benefícios não ficam restritos aos contracheques dos bancários. O dinheiro recebido em vale-refeição e vale-alimentação é utilizado diariamente em restaurantes, supermercados, padarias, mercados e outros estabelecimentos, movimentando o comércio e gerando renda para milhares de trabalhadores e empresas.
Considerando uma categoria de aproximadamente 450 mil bancários, os R$ 27,3 mil anuais em benefícios por trabalhador representam um potencial de cerca de R$ 12 bilhões movimentados por ano na economia real.
Resultado da organização e da negociação coletiva
Os números não surgiram por acaso. São resultado de décadas de organização da categoria e de uma atuação sindical que transforma reivindicações em direitos. O reajuste de 2026 foi construído na Campanha Nacional, em que o Sindicato e o Comando Nacional dos Bancários negociaram com a Fenaban a manutenção e a ampliação dos direitos econômicos da categoria.
O novo valor do VR e do VA é, portanto, mais do que um reajuste. É resultado da luta coletiva e um exemplo concreto de como a negociação sindical pode transformar direitos previstos em acordos em recursos que chegam todos os meses à vida dos trabalhadores.
Para dimensionar o tamanho da conquista, basta comparar com a realidade do mercado de trabalho brasileiro. Em 2025, o valor médio nacional do vale-refeição oferecido pelas empresas era de R$ 649, segundo levantamento da Pluxee, empresa de benefícios corporativos. Assim, o novo VR dos bancários será 89,1% maior que a média nacional, praticamente o dobro.
Na prática, o benefício representa R$ 14.726,76 por ano para cada bancário, considerando 12 meses de pagamento.
O presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Vicentim, destaca que a valorização do vale-refeição e do vale-alimentação demonstra a importância da negociação coletiva para os bancários, com reflexos nos resultados também para suas famílias.
“Quando olhamos para o valor dos benefícios, precisamos lembrar o que isso representa no dia a dia de cada trabalhador. É mais recurso para comprar alimentos, fazer uma refeição com qualidade e aliviar as despesas que pesam sobre o orçamento familiar. Essa conquista é resultado da organização da categoria e da capacidade de negociação do movimento sindical. E seus efeitos vão além de cada família, porque o dinheiro que chega ao trabalhador também circula nos restaurantes, mercados e estabelecimentos comerciais da nossa região. Defender melhores benefícios é defender dignidade, poder de compra e melhores condições de vida”, afirma Roberto.
Mais dinheiro para alimentação e para o bolso
O vale-alimentação da categoria também será reajustado em 4,60%, passando para R$ 967 por mês. O valor é 7,4% superior ao da cesta básica calculada pelo Dieese para São Paulo, garantindo um importante reforço no orçamento dos trabalhadores.
E há ainda um diferencial histórico da categoria conquistado pelo movimento sindical bancário: o 13º vale-alimentação, pago ao final do ano. Com isso, o benefício chega a R$ 12.571 por ano.
Somados os dois benefícios, cada bancário terá R$ 2.194,23 por mês destinados à alimentação, valor superior ao salário mínimo nacional. No ano, considerando o 13º VA, são R$ 27.297,76, o equivalente a quase 17 salários mínimos.
É um valor que mostra, de forma concreta, como a negociação coletiva pode fazer diferença no orçamento das famílias. São recursos que ajudam a garantir alimentação, aliviar despesas domésticas e ampliar o poder de compra dos trabalhadores.
Conquista que movimenta a economia real
Os benefícios não ficam restritos aos contracheques dos bancários. O dinheiro recebido em vale-refeição e vale-alimentação é utilizado diariamente em restaurantes, supermercados, padarias, mercados e outros estabelecimentos, movimentando o comércio e gerando renda para milhares de trabalhadores e empresas.
Considerando uma categoria de aproximadamente 450 mil bancários, os R$ 27,3 mil anuais em benefícios por trabalhador representam um potencial de cerca de R$ 12 bilhões movimentados por ano na economia real.
Resultado da organização e da negociação coletiva
Os números não surgiram por acaso. São resultado de décadas de organização da categoria e de uma atuação sindical que transforma reivindicações em direitos. O reajuste de 2026 foi construído na Campanha Nacional, em que o Sindicato e o Comando Nacional dos Bancários negociaram com a Fenaban a manutenção e a ampliação dos direitos econômicos da categoria.
O novo valor do VR e do VA é, portanto, mais do que um reajuste. É resultado da luta coletiva e um exemplo concreto de como a negociação sindical pode transformar direitos previstos em acordos em recursos que chegam todos os meses à vida dos trabalhadores.
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