15/07/2026
COE cobra avanços em direitos na primeira negociação específica com o Santander
A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander realizou, na tarde de terça-feira (14), na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, a primeira mesa de negociação da pauta específica da Campanha Nacional dos Bancários 2026 com o banco.
Na abertura dos trabalhos, a coordenadora da COE, Ana Marta Lima, reafirmou que o objetivo do movimento sindical é preservar as conquistas do atual Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e avançar na ampliação de direitos. "A pauta de reivindicações foi construída pelos trabalhadores de todo o Brasil, após um longo processo de debates realizados nos sindicatos, encontros estaduais e regionais, até chegar ao Encontro Nacional, realizado em junho. Sabemos que o banco tem plenas condições de atender essas reivindicações", afirmou.
A pauta apresentada está organizada em três eixos: manutenção das cláusulas já existentes, aperfeiçoamento de dispositivos que precisam de atualização e inclusão de novas reivindicações.
Entre os principais pleitos estão a ampliação do programa de bolsas de estudo, a isenção de todas as tarifas bancárias para os funcionários — incluindo a anuidade dos cartões de crédito do titular e dos adicionais —, condições diferenciadas para financiamento imobiliário e melhorias em outras linhas de crédito.
Mais proteção para PCDs e seus dependentes
As reivindicações voltadas às pessoas com deficiência ocuparam boa parte da reunião. Com o objetivo de promover mais inclusão e eliminar barreiras, a COE reivindicou a criação de um auxílio terapêutico para empregados com deficiência e para aqueles que tenham dependentes legais nessa condição, mediante apresentação de laudo médico e documentação comprobatória.
A pauta também prevê a isenção da coparticipação no plano de saúde para empregados com doenças raras, crônicas, degenerativas, HIV/Aids ou deficiência, estendendo o benefício aos trabalhadores que tenham dependentes legais nas mesmas condições.
Outra reivindicação é a concessão de redução de 50% da jornada diária de trabalho para empregados com deficiência e para aqueles que tenham dependentes legais com deficiência, sem redução salarial.
Além disso, a COE defende prioridade na concessão do teletrabalho ou trabalho remoto para empregados com deficiência e para aqueles que tenham dependentes com deficiência, conforme previsto na Lei nº 13.146/2015.
Reconhecimento aos trabalhadores
Ao comentar a resposta inicial do banco, de que seria necessário calcular o impacto financeiro de algumas das propostas, a secretária de Relações Internacionais da Contraf-CUT e funcionária do Santander, Rita Berlofa, destacou que o reconhecimento aos empregados deve ser compatível com a contribuição dos trabalhadores para os resultados da instituição.
"Nosso esforço precisa ser reconhecido. Nós construímos o sucesso desse banco no Brasil e merecemos reconhecimento e tratamento melhor", afirmou.
As negociações terão continuidade nos dias 22 de julho, no período da tarde, e 28 de julho, pela manhã, quando a COE espera receber as primeiras devolutivas do banco sobre as reivindicações apresentadas.
Na abertura dos trabalhos, a coordenadora da COE, Ana Marta Lima, reafirmou que o objetivo do movimento sindical é preservar as conquistas do atual Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e avançar na ampliação de direitos. "A pauta de reivindicações foi construída pelos trabalhadores de todo o Brasil, após um longo processo de debates realizados nos sindicatos, encontros estaduais e regionais, até chegar ao Encontro Nacional, realizado em junho. Sabemos que o banco tem plenas condições de atender essas reivindicações", afirmou.
A pauta apresentada está organizada em três eixos: manutenção das cláusulas já existentes, aperfeiçoamento de dispositivos que precisam de atualização e inclusão de novas reivindicações.
Entre os principais pleitos estão a ampliação do programa de bolsas de estudo, a isenção de todas as tarifas bancárias para os funcionários — incluindo a anuidade dos cartões de crédito do titular e dos adicionais —, condições diferenciadas para financiamento imobiliário e melhorias em outras linhas de crédito.
Mais proteção para PCDs e seus dependentes
As reivindicações voltadas às pessoas com deficiência ocuparam boa parte da reunião. Com o objetivo de promover mais inclusão e eliminar barreiras, a COE reivindicou a criação de um auxílio terapêutico para empregados com deficiência e para aqueles que tenham dependentes legais nessa condição, mediante apresentação de laudo médico e documentação comprobatória.
A pauta também prevê a isenção da coparticipação no plano de saúde para empregados com doenças raras, crônicas, degenerativas, HIV/Aids ou deficiência, estendendo o benefício aos trabalhadores que tenham dependentes legais nas mesmas condições.
Outra reivindicação é a concessão de redução de 50% da jornada diária de trabalho para empregados com deficiência e para aqueles que tenham dependentes legais com deficiência, sem redução salarial.
Além disso, a COE defende prioridade na concessão do teletrabalho ou trabalho remoto para empregados com deficiência e para aqueles que tenham dependentes com deficiência, conforme previsto na Lei nº 13.146/2015.
Reconhecimento aos trabalhadores
Ao comentar a resposta inicial do banco, de que seria necessário calcular o impacto financeiro de algumas das propostas, a secretária de Relações Internacionais da Contraf-CUT e funcionária do Santander, Rita Berlofa, destacou que o reconhecimento aos empregados deve ser compatível com a contribuição dos trabalhadores para os resultados da instituição.
"Nosso esforço precisa ser reconhecido. Nós construímos o sucesso desse banco no Brasil e merecemos reconhecimento e tratamento melhor", afirmou.
As negociações terão continuidade nos dias 22 de julho, no período da tarde, e 28 de julho, pela manhã, quando a COE espera receber as primeiras devolutivas do banco sobre as reivindicações apresentadas.
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