31/07/2023
Delegados aprovam Plano de Lutas na 25ª Conferência Estadual dos Bancários de São Paulo
O Plano de Lutas apresentado na 25ª Conferência Estadual foi aprovado por unanimidade pelos delegados presentes ao encontro, representando os 14 sindicatos da base da Fetec-CUT/SP.
Aline Molina, presidenta da Federação, também apresentou a Delegação da Fetec-CUT/SP para a Conferência Nacional. ''Reafirmamos o Plano de Luta, agregando mais abordagens, como Comunicação e os impactos da Inteligência Artificial'', disse a presidenta.
"Vivemos nos últimos anos um cenário de ataques aos direitos trabalhistas e de ameaça à democracia. Resistimos, e agora temos de volta a esperança. É importante lembrar também que nossa categoria têm um formato de organização único no mundo, fundamental não apenas para nós, mas para todos os outros trabalhadores. Saímos deste Congresso fortalecidos para discutir os rumos do Brasil com toda a sociedade e juntos reconstruir o país que queremos ter", reforçou o secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Júlio César Trigo.
Confira o Plano de Lutas na íntegra
Plano de lutas aprovado no 12º Congresso da Fetec-CUT/SP em 2022
Democracia e Direitos Sociais
• Defender de maneira firme a democracia de nosso país, e o fortalecimento das instituições democráticas;
• Lutar pelo fortalecimento dos instrumentos de Estado (SUS, bancos públicos e demais empresas públicas, institutos, etc.) capazes de atuar na promoção dos direitos constitucionais (como a saúde, alimentação, moradia, previdência e seguridade social, etc.);
• Defender um modelo de reforma tributária que contribua para a justiça social e distribuição de renda;
• Como elemento estruturante, lutar por uma reforma sindical que fortaleça as entidades de representação dos trabalhadores e as negociações coletivas, para defender os trabalhadores contra a precarização do trabalho;
• Defender um modelo de desenvolvimento sustentável e ambientalmente sustentável com foco na geração de emprego, de redução das desigualdades através da atuação dos instrumentos de Estado e distribuição de renda;
• Lutar pela ampliação dos direitos trabalhistas e previdenciários;
• Defender um modelo de Sistema Financeiro no qual os bancos e demais instituições autorizadas a atuar cumpram de fato sua função como concessão pública;
• Fortalecer o acompanhamento dos debates dos temas de interesse dos trabalhadores em geral e da categoria, em específico, no Congresso Nacional, denunciando os ataques e mobilizando os bancários;
Organização, negociações coletivas e direitos da categoria
• Fortalecer o processo negocial, a mesa única e a contratação coletiva;
• Manter o monitoramento da saúde do trabalhador e das condições de trabalho, especialmente das sequelas da Covid e metas abusivas;
• Manter e aprimorar o combate ao assédio moral, sexual e outras formas de violência organizacional, com a avaliação dos instrumentos assinados entre nossa representação e os representantes dos bancos;
• Acompanhar a realização do teletrabalho na categoria, visando a efetiva aplicação das condições estabelecidas na CCT, além do aperfeiçoamento das regras pactuadas quando da renovação da Convenção Coletiva;
• Buscar a regulação das novas organizações de trabalho do ramo financeiro, como o de agente autônomo;
• Buscar o aprofundamento das pautas de igualdade de oportunidades;
• Debater as formas de organização dos trabalhadores que atuam em teletrabalho/home office;
• Fortalecer e ampliar a representação de trabalhadores das financeiras, cooperativas de crédito, etc;
• Realizar campanhas de valorização e de sindicalização, como forma de fortalecimento dos Sindicatos;
• Buscar debater de forma segmentada, conforme os diferentes perfis dos trabalhadores da categoria (PCD’s, jovens, etc);
• Utilizar as ferramentas tecnológicas como facilitadoras da organização sindical;
• Ampliar a presença no mundo virtual, conciliando as ações nas redes e nas ruas;
• Potencializar a comunicação, redes sociais, meios virtuais para fortalecer a organização e a mobilização dos trabalhadores.
Aline Molina, presidenta da Federação, também apresentou a Delegação da Fetec-CUT/SP para a Conferência Nacional. ''Reafirmamos o Plano de Luta, agregando mais abordagens, como Comunicação e os impactos da Inteligência Artificial'', disse a presidenta.
"Vivemos nos últimos anos um cenário de ataques aos direitos trabalhistas e de ameaça à democracia. Resistimos, e agora temos de volta a esperança. É importante lembrar também que nossa categoria têm um formato de organização único no mundo, fundamental não apenas para nós, mas para todos os outros trabalhadores. Saímos deste Congresso fortalecidos para discutir os rumos do Brasil com toda a sociedade e juntos reconstruir o país que queremos ter", reforçou o secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Júlio César Trigo.
Confira o Plano de Lutas na íntegra
Plano de lutas aprovado no 12º Congresso da Fetec-CUT/SP em 2022
Democracia e Direitos Sociais
• Defender de maneira firme a democracia de nosso país, e o fortalecimento das instituições democráticas;
• Lutar pelo fortalecimento dos instrumentos de Estado (SUS, bancos públicos e demais empresas públicas, institutos, etc.) capazes de atuar na promoção dos direitos constitucionais (como a saúde, alimentação, moradia, previdência e seguridade social, etc.);
• Defender um modelo de reforma tributária que contribua para a justiça social e distribuição de renda;
• Como elemento estruturante, lutar por uma reforma sindical que fortaleça as entidades de representação dos trabalhadores e as negociações coletivas, para defender os trabalhadores contra a precarização do trabalho;
• Defender um modelo de desenvolvimento sustentável e ambientalmente sustentável com foco na geração de emprego, de redução das desigualdades através da atuação dos instrumentos de Estado e distribuição de renda;
• Lutar pela ampliação dos direitos trabalhistas e previdenciários;
• Defender um modelo de Sistema Financeiro no qual os bancos e demais instituições autorizadas a atuar cumpram de fato sua função como concessão pública;
• Fortalecer o acompanhamento dos debates dos temas de interesse dos trabalhadores em geral e da categoria, em específico, no Congresso Nacional, denunciando os ataques e mobilizando os bancários;
Organização, negociações coletivas e direitos da categoria
• Fortalecer o processo negocial, a mesa única e a contratação coletiva;
• Manter o monitoramento da saúde do trabalhador e das condições de trabalho, especialmente das sequelas da Covid e metas abusivas;
• Manter e aprimorar o combate ao assédio moral, sexual e outras formas de violência organizacional, com a avaliação dos instrumentos assinados entre nossa representação e os representantes dos bancos;
• Acompanhar a realização do teletrabalho na categoria, visando a efetiva aplicação das condições estabelecidas na CCT, além do aperfeiçoamento das regras pactuadas quando da renovação da Convenção Coletiva;
• Buscar a regulação das novas organizações de trabalho do ramo financeiro, como o de agente autônomo;
• Buscar o aprofundamento das pautas de igualdade de oportunidades;
• Debater as formas de organização dos trabalhadores que atuam em teletrabalho/home office;
• Fortalecer e ampliar a representação de trabalhadores das financeiras, cooperativas de crédito, etc;
• Realizar campanhas de valorização e de sindicalização, como forma de fortalecimento dos Sindicatos;
• Buscar debater de forma segmentada, conforme os diferentes perfis dos trabalhadores da categoria (PCD’s, jovens, etc);
• Utilizar as ferramentas tecnológicas como facilitadoras da organização sindical;
• Ampliar a presença no mundo virtual, conciliando as ações nas redes e nas ruas;
• Potencializar a comunicação, redes sociais, meios virtuais para fortalecer a organização e a mobilização dos trabalhadores.
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