02/06/2023
Economia brasileira cresce acima do esperado no primeiro trimestre com PIB em 1,9%
O Produto Interno Bruto (PIB) que soma de todos os bens e serviços produzidos no país cresceu 1,9%, neste primeiro trimestre (janeiro a março), somando R$ 2,6 trilhões. O índice do primeiro trimestre superou a expectativa do mercado financeiro que previa um avanço de 1,3%. O dado foi divulgado na quinta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No acumulado dos quatro trimestres terminados em março de 2023, a alta foi de 3,3% na comparação com os quatro trimestres imediatamente anteriores. Na comparação com o mesmo trimestre de 2022, o PIB cresceu 4,0%.
O resultado do primeiro trimestre é o primeiro apurado após a posse do novo governo, que prometeu em sua campanha fazer a economia crescer.
Setores
O crescimento na comparação com o trimestre anterior foi puxado pela agropecuária, que teve alta de 21,6%, na maior alta para o setor desde o quarto trimestre de 1996.
Segundo o IBGE, o resultado é explicado principalmente pelo aumento da produção da soja, principal lavoura de grãos do país, que concentra 70% de sua safra no primeiro trimestre e deve fechar este ano com recorde.
Os serviços, principal setor da economia brasileira, também teve crescimento no período (0,6%), com destaque para o desempenho das atividades de transportes e de atividades financeiras (ambos com alta de 1,2%).
A indústria, por sua vez, teve variação negativa de 0,1% no período, o que, segundo o IBGE, representa estabilidade. Bens de capital (máquinas e equipamentos usados no setor produtivo) e bens intermediários (insumos industrializados usados no setor produtivo) apresentaram queda, enquanto a atividade de eletricidade e água, gás, esgoto, atividades de gestão de resíduos subiu 6,4%.
Sob a ótica da demanda, o crescimento foi sustentado pelo consumo das famílias, com alta de 0,2%, e pelo consumo do governo, com crescimento de 0,3%. A formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, caiu 3,4% no período.
No setor externo, as exportações de bens e serviços caíram 0,4%. As importações, por sua vez, recuaram 7,1%, contribuindo positivamente para o PIB.
No acumulado dos quatro trimestres terminados em março de 2023, a alta foi de 3,3% na comparação com os quatro trimestres imediatamente anteriores.
Setores que cresceram na comparação com o 1º trimestre de 2022
Os setores responsáveis pelo aumento de 4,0% na comparação com o mesmo trimestre de 2022, foram:
- Agropecuária que cresceu 18,8% em relação a igual período do ano anterior;
- Despesa de Consumo das Famílias registrou alta de 3,5%. Esse resultado foi influenciado pelo aumento na massa salarial real, no aumento do crédito e a inflação em patamares menores;
- Indústria subiu 1,9% valor adicionado dos erviços cresceu 2,9%; -
- Formação Bruta de Capital Fixo avançou 0,8% e no n o setor externo;
- Exportações de Bens e Serviços com alta de 7,0%, enquanto as Importações de Bens e Serviços avançaram 2,2%.
No acumulado dos quatro trimestres terminados em março de 2023, a alta foi de 3,3% na comparação com os quatro trimestres imediatamente anteriores. Na comparação com o mesmo trimestre de 2022, o PIB cresceu 4,0%.
O resultado do primeiro trimestre é o primeiro apurado após a posse do novo governo, que prometeu em sua campanha fazer a economia crescer.
Setores
O crescimento na comparação com o trimestre anterior foi puxado pela agropecuária, que teve alta de 21,6%, na maior alta para o setor desde o quarto trimestre de 1996.
Segundo o IBGE, o resultado é explicado principalmente pelo aumento da produção da soja, principal lavoura de grãos do país, que concentra 70% de sua safra no primeiro trimestre e deve fechar este ano com recorde.
Os serviços, principal setor da economia brasileira, também teve crescimento no período (0,6%), com destaque para o desempenho das atividades de transportes e de atividades financeiras (ambos com alta de 1,2%).
A indústria, por sua vez, teve variação negativa de 0,1% no período, o que, segundo o IBGE, representa estabilidade. Bens de capital (máquinas e equipamentos usados no setor produtivo) e bens intermediários (insumos industrializados usados no setor produtivo) apresentaram queda, enquanto a atividade de eletricidade e água, gás, esgoto, atividades de gestão de resíduos subiu 6,4%.
Sob a ótica da demanda, o crescimento foi sustentado pelo consumo das famílias, com alta de 0,2%, e pelo consumo do governo, com crescimento de 0,3%. A formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, caiu 3,4% no período.
No setor externo, as exportações de bens e serviços caíram 0,4%. As importações, por sua vez, recuaram 7,1%, contribuindo positivamente para o PIB.
No acumulado dos quatro trimestres terminados em março de 2023, a alta foi de 3,3% na comparação com os quatro trimestres imediatamente anteriores.
Setores que cresceram na comparação com o 1º trimestre de 2022
Os setores responsáveis pelo aumento de 4,0% na comparação com o mesmo trimestre de 2022, foram:
- Agropecuária que cresceu 18,8% em relação a igual período do ano anterior;
- Despesa de Consumo das Famílias registrou alta de 3,5%. Esse resultado foi influenciado pelo aumento na massa salarial real, no aumento do crédito e a inflação em patamares menores;
- Indústria subiu 1,9% valor adicionado dos erviços cresceu 2,9%; -
- Formação Bruta de Capital Fixo avançou 0,8% e no n o setor externo;
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