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 23/11/2020

Mesa com Fenaban discute mais cuidados para enfrentar segunda onda da Covid-19



Representantes do Comando Nacional dos Bancári@s e da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) se reuniram na sexta-feira (20) na Mesa Covid-19 para discutir novas medidas de segurança para uma eventual segunda onda de contágio da doença.

O Comando cobrou que bancári@s não retornem ao trabalho presencial agora, por conta da segunda onda. Os representantes da Fenaban disseram que vão orientar os bancos para suspenderem o retorno dos que estejam em teletrabalho. A mesa também concluiu que é necessário campanhas para reforçar os cuidados para evitar o contágio, como o uso de máscaras nos locais de trabalho.

“Tínhamos a preocupação nessa reunião de reverter algumas tendências como o retorno gradual de quem estava em teletrabalho para as agências e departamentos. Outro alerta é que alguns bancos já acenavam com o retorno de quem estivesse trabalhando em casa para o presencial a partir de janeiro. Também percebemos um afrouxamento nos protocolos. Tem casos de afastamento só de quem estava a um metro de quem foi contaminado. Os outros permaneciam trabalhando. Outra preocupação é com a ampliação do horário nas agências”, disse a presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora do Comando Nacional, Juvandia Moreira, ao abrir a reunião com a Fenaban.

Inicialmente, os representantes da Fenaban disseram que a orientação para suspender o retorno de quem estivesse em teletrabalho fosse feita até o final do ano. “Me preocupa que estamos em novembro e não creio que essa situação melhore no final do ano. O aumento do contágio não se encerra em dezembro, portanto precisamos discutir um prazo maior. Tem que planejar ações também para 2021. Senão, quando a situação se agravar, nas próximas semanas, teremos que fazer reuniões emergenciais no Natal”, alertou Juvandia.

A Fenaban pediu mais alguns dias para estudar a extensão para 2021 de novas medidas para enfrentar o aumento do contágio. “Além de um prazo maior, reforço a questão de alguns bancos reverterem a volta desses últimos três meses de vários trabalhadores aos locais de trabalho. Quando negociamos em março, vários bancos adaptaram seus setores em teletrabalho e deu certo”, afirmou, Ivone Silva, também coordenadora do Comando Nacional d@s Bancári@s.

A inclusão da categoria bancária entre as categorias prioritárias para receber a vacina contra a covid 19 também foi discutida. “Vamos defender para que se dê prioridade na vacinação para os bancários, na lista do Ministério da Saúde. Afinal, também somos um setor de atendimento essencial”, defendeu Juvandia.

Um dos pontos cobrados foi o uso dos equipamentos de proteção. “Temos que fazer uma forte campanha de conscientização para os cuidados. A pandemia não acabou. É grave o problema e todos têm que se cuidar”, disse o secretário de Saúde da Contraf-CUT, Mauro Salles. O Comando decidiu orientar os sindicatos a fazerem campanhas de conscientização para o uso da máscara. A Fenaban se comprometeu a intensificar as campanhas.

"Há indicativos das autoridades sanitárias de que as curvas de contaminação e de óbitos estão se elevando novamente, a chamada segunda onda, e indicam fortemente a necessidade de manutenção da proteção à categoria. O confinamento de pessoas em ambientes fechados, sem restrições de barreira entre as estações de trabalho, bem como uso coletivo de elevadores e outros ambientes, ampliam consideravelmente o risco de contaminação. O retorno nesse momento seria um desrespeito e vai na contramão dos principais protocolos de proteção à saúde e defesa da vida dos trabalhadores e da população que utiliza os serviços bancários", acrescentou o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Roberto Carlos Vicentim.

O Seeb Catanduva permanece atento à situação nas agências. E é fundamental que os bancários comuniquem os dirigentes sobre os problemas e demandas em suas unidades de trabalho para que a entidade possa exigir dos bancos o cumprimento dos protocolos, a garantia dos seus direitos e reverter os abusos. Suspeita de contaminação? Testou positivo para o Covid-19? Entre em contato conosco. 

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Fonte: Contraf-CUT, com edição de Seeb Catanduva
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