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 11/09/2020

Movimento sindical reivindica e Caixa antecipa PLR



Depois da reinvindicação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), assessorada pela Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/ Caixa), que representam o Sindicato nas negociações com o banco, a Caixa irá antecipar o valor da Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) e do Abono Único para esta segunda-feira (14). De acordo com as regras da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e do Acordo Coletivo de Trabalho, tanto o pagamento da PLR (50%) quanto o abono seriam feitos até o dia 30 de setembro.

Para a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/ Caixa) e secretária da Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fabiana Uehara Proscholdt, esse é um reconhecimento para os empregados da Caixa por todo o trabalho social realizado, principalmente agora durante a pandemia. “Os empregados têm demonstrado o comprometimento com os resultados do banco. Desde o início da pandemia eles provaram, mais uma vez, que a Caixa é imprescindível para todos os brasileiros. A antecipação é valorização de todos os colegas”, avaliou a coordenadora.

"A antecipação e garantia da PLR Social é uma das conquistas da Campanha 2020, fruto das instensas e duras negociações entre a CEE e a direção do banco, que contou, ainda, com forte participação dos empregados nas redes sociais, mostrando que a ousadia, a unidade e a mobilização trazem resultados concretos para os trabalhadores. Seguimos na luta por condições dignas de trabalho pra quem está nas agências e pela manutenção do home office, e contra as tentativas de fatiamento da Caixa para atender ao projeto de privatização tão sonhado pelas instituições financeiras privadas e pelo ministro banqueiro Paulo Guedes. Todos por direitos! Todos pela Caixa 100% pública!", acrescenta o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.

Limitação

Durante as negociações, a CEE/Caixa protestou com relação à restrição imposta pelo governo Bolsonaro. Por meio da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST), a PLR e PLR Social estão limitadas a no máximo três Remunerações Básicas (RBs) por empregado. “A limitação feita pelo governo é de um equívoco gigantesco. Mas o SEST condicionou a sua autorização para a Caixa extrapolar o limite permitido para poder pagar a PLR Social se tivesse essa restrição. E entendemos que a PLR Social era importante para os empregados.

> Veja aqui a minuta da PLR.



Fonte: Contraf-CUT, com edição de Seeb Catanduva
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